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Cidades frias do Brasil para viajar entre junho e agosto

Se a ideia é viajar durante o período mais frio do ano, o Brasil também tem ótimos destinos para quem prefere um clima serrano e temperaturas mais amenas. No auge do inverno, entre junho e agosto, diversas cidades ganham programação especial, com eventos culturais, pratos típicos da estação e paisagens que convidam a aproveitar o frio — em algumas regiões, inclusive, há até a chance de presenciar neve!

Neste artigo, elencamos 9 destinos ideais para visitar durante a temporada de frio no país, além de dicas práticas para aproveitar cada lugar ao máximo. Confira!

Por que escolher destinos frios no Brasil?

Viajar para regiões mais serranas do Brasil durante o inverno é uma forma diferente de aproveitar o país. As temperaturas mais baixas mudam bastante a paisagem, criando um clima perfeito para desacelerar. Veja alguns motivos para considerar esse tipo de roteiro:

  • Clima mais agradável: as temperaturas amenas são um convite para quem quer escapar do calor típico do verão brasileiro. O clima favorece passeios ao ar livre, além de momentos de descanso em meio a natureza.
  • Experiências variadas: destinos de inverno costumam reunir atrações para diferentes perfis de viajantes, como visitas a vinícolas, feiras sazonais, festivais culturais e passeios por centros históricos.
  • Gastronomia que combina com o frio: a estação também valoriza a culinária local. Pratos quentes, fondue, vinhos e restaurantes com lareira tornam as refeições ainda mais convidativas.

Leia também: As melhores cidades para visitar no inverno brasileiro

Para onde viajar em junho: o início do inverno

Junho marca o início do período mais frio em grande parte do país, reunindo dois cenários bem diferentes. De um lado, o clima do Dia dos Namorados, que convida a viagens aconchegantes, com bons vinhos e ambientes com lareira. De outro, a animação das festas juninas, que enchem as cidades de música e sabores típicos. 

Por essa mistura de clima e eventos, muitos lugares frios no Brasil se tornam ótimas opções para viajar nessa época, oferecendo experiências diversas. Entre eles, se destacam:

1. Gramado e Canela (RS)

Localizadas na Serra Gaúcha, Gramado e Canela estão entre os destinos de inverno mais conhecidos do país. As duas cidades, bem próximas uma da outra, encantam pela inspiração nos vilarejos europeus, com construções em estilo enxaimel, ruas bem cuidadas e diversos restaurantes sofisticados.

  • Por que ir em junho: em junho, ainda é possível conhecer atrações e restaurantes com mais calma, antes do grande movimento de julho. O mês também costuma trazer uma atmosfera mais romântica, especialmente devido ao Dia dos Namorados.

2. Campos do Jordão (SP)

A cerca de 1.600 metros de altitude na Serra da Mantiqueira, Campos do Jordão se consolidou como um dos principais destinos para quem sai de São Paulo em busca de temperaturas mais baixas e clima de montanha. 

Grande parte do movimento se concentra no bairro de Capivari, área que reúne restaurantes renomados, lojas e cafés que reforçam o charme da cidade.

  • Por que ir em junho: nesse período, Campos já apresenta o clima típico do inverno, com temperaturas mais frias, mas ainda sem o grande fluxo de turistas que chega para o tradicional Festival de Inverno.

Leia também: Pontos turísticos em Campos do Jordão: 8 principais atrações da cidade

3. Campina Grande (PB)

Localizada na Paraíba, Campina Grande é um dos principais destinos brasileiros quando o assunto é festa junina. Situada na Serra da Borborema, a cidade costuma ter temperaturas mais amenas em junho e, graças às celebrações culturais, ficou conhecida como sede do “maior São João do mundo”.

  • Por que ir em junho: durante esse mês acontece o tradicional São João de Campina Grande. Ao longo de cerca de um mês, a cidade ganha programação completa, com shows de forró, quadrilhas, apresentações musicais e uma atmosfera especialmente festiva.

Para onde viajar em julho: o ápice do inverno

No Brasil, julho costuma concentrar os dias mais gelados do ano em alguns estados. Nesse período, muitas cidades passam a receber mais visitantes por conta das férias escolares, e o clima de inverno se torna ainda mais evidente, com temperaturas que podem cair bastante em algumas regiões.

Ou seja, é o momento ideal para quem quer viver o inverno em sua forma mais intensa. Por isso, vale a pena considerar os seguintes destinos para o sétimo mês do ano:

1. São Joaquim e Urubici (SC)

Localizados na Serra Catarinense, São Joaquim e Urubici se destacam pelas altitudes que ultrapassam os 1.300 metros. Mas não é só o frio que chama atenção por lá: as paisagens naturais também, com montanhas, cânions e estradas panorâmicas que se tornaram cartões-postais do inverno brasileiro, como a Serra do Rio do Rastro.

  • Por que ir em julho: no auge do inverno, essas cidades costumam registrar algumas das temperaturas mais baixas do Brasil. É nesse período que aumentam as chances de presenciar fenômenos típicos da estação, como geadas intensas e, ocasionalmente, até neve.

2. Monte Verde (MG)

No alto da Serra da Mantiqueira, o distrito de Monte Verde, em Camanducaia, é conhecido pelo clima de montanha que combina natureza, charme e um toque de rusticidade. O destino reúne diversas opções de trilhas, mirantes e restaurantes, criando o cenário ideal para quem busca tranquilidade em meio à paisagem.

  • Por que ir em julho: no auge do inverno, o distrito costuma ter dias ensolarados e noites frias, criando o cenário ideal para aproveitar passeios ao ar livre. Além do clima agradável da estação, Monte Verde é perfeito para quem deseja se afastar do ritmo das grandes capitais.

3. Curitiba (PR)

A capital paranaense é referência em urbanismo e qualidade de vida, mas também se destaca quando o frio chega. O inverno em Curitiba transforma a cidade em um cenário ainda mais convidativo, uma vez que combina natureza, cultura e boa gastronomia no mesmo destino. 

Entre os destaques estão os eventos sazonais no Centro Histórico, com programações culturais, circuitos gastronômicos e feiras de artesanato que movimentam as noites da cidade.

  • Por que ir em julho: o mês costuma concentrar algumas das temperaturas mais baixas do ano, período em que a cidade revela o clima típico do inverno em Curitiba. As noites frias também convidam para conhecer os rodízios de sopas servidos em restaurantes e cafés da capital, um dos programas mais tradicionais da estação.

Para onde viajar em agosto: o inverno para fugir do óbvio

Mesmo após o auge da temporada, agosto ainda mantém o clima frio em várias regiões do país. A diferença é que, com o término das férias escolares de julho, muitos destinos ficam mais tranquilos e a procura diminui.

O cenário costuma trazer outra vantagem: custos um pouco mais baixos. Assim, fica mais fácil explorar diferentes lugares e aproveitar a viagem com mais calma e melhor custo-benefício, como acontece em destinos como:

1. Porto Alegre e Bento Gonçalves (RS)

Para quem pretende conhecer o Rio Grande do Sul durante o inverno, Porto Alegre costuma ser o ponto de partida mais prático. A capital combina o ritmo urbano com áreas verdes e uma cena cultural que ganha outro charme nos dias frios, quando o vento minuano e as temperaturas mais baixas fazem parte do cotidiano da cidade.

  • Por que ir em agosto: nessa época, o Vale dos Vinhedos, localizado a poucas horas de Porto Alegre, fica especialmente atrativo para o enoturismo. A proximidade entre os destinos permite montar roteiros que também incluam visitas a vinícolas, degustações guiadas e experiências gastronômicas em restaurantes da região, opções bastante populares no Vale.

Leia também: Parques em Porto Alegre: quais você precisa conhecer

2. Chapada dos Veadeiros (GO)

No interior de Goiás, a Chapada dos Veadeiros revela um dos cenários naturais mais impressionantes do Cerrado. Durante o inverno, a região ganha uma nova cara: a vegetação muda de tonalidade, o céu costuma ficar limpo e as trilhas que levam às cachoeiras tornam-se ainda mais convidativas para quem visita.

  • Por que ir em agosto: o mês marca o auge da estação seca na região. Com menos chuvas, as cachoeiras ficam mais transparentes e as trilhas têm melhores condições para os passeios. À noite, as temperaturas caem, criando o clima ideal para aproveitar a atmosfera acolhedora da vila de São Jorge, com fogueiras, boa gastronomia e a energia mística da Chapada.

3. São Paulo (SP)

Quando as temperaturas caem, São Paulo também ganha um clima diferente. A capital combina sua intensa agenda cultural (com museus, teatros e centros culturais) com experiências urbanas que ficam ainda mais convidativas nos dias frios. Além disso, quem visita a cidade também encontra, a poucas horas de distância, destinos de serra conhecidos pelo charme, boa gastronomia e paisagens naturais.

  • Por que ir em agosto: o mês costuma trazer dias mais secos e ensolarados, cenário ideal para apreciar o pôr do sol entre os arranha-céus. Nesse período, a agenda cultural também se intensifica, com eventos literários, mostras e festivais pela cidade.

Leia também: Passeios em São Paulo: 10 sugestões para você

Curta o inverno brasileiro com o conforto dos hotéis HCC Hospitality!

Como vimos ao longo do artigo, o inverno no Brasil pode trazer ótimas experiências, com destinos que combinam clima agradável, boa gastronomia e lindas paisagens. Para quem busca um lugar frio para viajar no Brasil, contar com uma hospedagem bem localizada faz toda a diferença para aproveitar cada momento da viagem.

A HCC Hospitality reúne hotéis estrategicamente posicionados, próximos a centros empresariais e a importantes atrações urbanas nas cidades mencionadas. Assim, você aproveita o melhor de cada destino durante o dia e ainda encontra o conforto ideal para descansar e recarregar as energias nas noites mais frias da estação!

Conheça nossas opções de hotéis em São Paulo, Curitiba e Porto Alegre:

Curitiba

Na capital paranaense, a HCC reúne opções de hospedagem que atendem diferentes estilos de viagem:

Sao Paulo

Na capital paulista, o Qoya Hotel São Paulo, Curio Collection by Hilton se destaca pela localização privilegiada nas proximidades da Avenida Paulista, um dos principais polos culturais da cidade. O hotel reúne arquitetura contemporânea, conforto e fácil deslocamento para centros empresariais, restaurantes e atrações urbanas.

Porto Alegre

Para quem visita a capital gaúcha, o Continental Business oferece uma opção funcional no coração de Porto Alegre. Situado em uma região central, o hotel permite acesso rápido a serviços, comércio e pontos importantes da cidade, além de contar com recepção 24 horas e restaurante local.

Acesse o site da HCC Hospitality e reserve sua estada com condições exclusivas!

Leia também: Destinos baratos para viajar no começo do ano

Imagem de capa – Fonte: @freepik / Freepik (2026).

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Destinos

Turismo cultural nas férias escolares: destinos no Brasil

Quando chegam as férias escolares, muitas famílias pensam logo em visitar uma praia ou parques temáticos. Mas esse período também pode ser uma ótima oportunidade para curtir destinos cheios de história e cultura. 

Pelo Brasil, há cidades e espaços que permitem conhecer mais sobre o passado, as tradições e a diversidade do país de forma leve e interessante, além de ser um passeio educativo para as crianças.

Neste artigo, você vai conhecer 5 destinos culturais no Brasil para as férias escolares, com sugestões de lugares que combinam lazer, conhecimento e momentos especiais em família. Acompanhe!

Por que escolher o turismo cultural nas férias escolares?

O turismo cultural não se limita a visitar pontos históricos ou tirar fotos de monumentos. Na verdade, a proposta é conhecer a história, os costumes e as expressões de um destino, observando desde a arquitetura à culinária, passando pelas artes e tradições locais.

Por isso, esse tipo de viagem reúne diversas razões que o tornam uma escolha interessante para o roteiro familiar. Entre elas:

  • Valorização do patrimônio e da memória: visitar espaços culturais e tradições locais ajuda a compreender e preservar a história e a identidade de uma região.
  • Aprendizado de forma divertida: museus, centros históricos e eventos permitem conhecer arte, história e costumes de maneira dinâmica, fora do ambiente escolar.
  • Momentos de conexão em família: atividades culturais criam oportunidades para compartilhar descobertas e construir memórias durante as férias.

Leia também: Roteiros incríveis para aproveitar as férias de julho em grande estilo

Turismo cultural: destinos no Brasil para ir durante as férias escolares

Agora que você já sabe por que vale a pena apostar no turismo cultural, pode surgir a dúvida: quais são os melhores destinos no Brasil para aproveitar as férias escolares com as crianças?

A boa notícia é que o país reúne diversas opções cheias de história, arte e tradições. A seguir, conheça os 5 principais destinos nacionais que se destacam para quem quer transformar a viagem em uma experiência cultural incrível:

1. São Paulo: museus, centros culturais e arte urbana

Maior cidade do país, São Paulo concentra referências culturais vindas de várias partes do mundo. A influência de diferentes comunidades imigrantes, combinada com a história brasileira e uma cena artística bastante ativa, faz da metrópole um dos principais centros culturais de toda a América Latina.

Para quem quer explorar esse lado de “Sampa”, há diversas paradas que podem entrar no seu roteiro, incluindo:

Museu da Língua Portuguesa

Com exposições interativas e uso de tecnologia, o Museu da Língua Portuguesa mostra como nosso idioma se formou e como ele se transforma no dia a dia. A visita conecta língua, história e cultura de forma leve, podendo despertar o interesse das crianças pela leitura e pela comunicação.

  • Onde fica: Praça da Luz, s/nº – Centro Histórico de São Paulo.

Museu Catavento

O Catavento Cultural propõe uma experiência voltada à descoberta científica, por isso, é organizado em diferentes áreas temáticas: universo, vida, engenho e sociedade. O diferencial está nas atividades interativas, que convidam a explorar conceitos da ciência de forma prática.

  • Onde fica: Avenida Mercúrio, s/nº – Parque Dom Pedro II, Brás.

Beco do Batman

Situado na Vila Madalena, o conjunto de vielas do Beco do Batman ficou conhecido internacionalmente pelos murais de grafite, que permitem observar de perto a arte urbana e como ela dialoga com o espaço público da cidade. As paredes estão sempre mudando, com novos grafites surgindo conforme diferentes artistas passam por lá.

  • Onde fica: Rua Gonçalo Afonso e Rua Medeiros de Albuquerque – Vila Madalena.

Leia também: Parques em São Paulo: conheça os principais da cidade

2. Curitiba: parques, arquitetura e cultura local

Conhecida pelo cuidado com o planejamento urbano e pelos muitos espaços verdes, Curitiba reúne paisagens bem organizadas e atrações que convidam a conhecer mais da história local. 

Parte da identidade da cidade também está ligada às influências de diferentes comunidades europeias, algo que aparece na arquitetura e em parques inspirados nessas culturas.

Assim, para quem deseja montar um roteiro cultural pela capital paranaense, algumas atrações costumam se destacar:

Ópera de Arame

A Ópera de Arame é um teatro cercado por natureza e construído com uma estrutura metálica leve e transparente, que se tornou um dos símbolos arquitetônicos de Curitiba. O espaço chama atenção pelo cenário que une cultura e paisagem natural, além de receber apresentações artísticas de diferentes gêneros.

  • Onde fica: Rua João Gava, nº 920 – Abranches.

Memorial Ucraniano

Localizado dentro do Parque Tingui, o Memorial Ucraniano homenageia a herança deixada pelos imigrantes ucranianos na região. Por lá, é possível ver construções de madeira inspiradas na arquitetura tradicional, além de elementos culturais preservados pela comunidade.

  • Onde fica: Parque Tingui – Rua Mário de Andrade, s/nº – São João.

Museu Oscar Niemeyer (MON)

Um dos espaços culturais mais emblemáticos de todo o Paraná, o MON chama atenção pela arquitetura, que lhe rendeu o apelido de “Museu do Olho”. Dedicado principalmente às artes visuais, ele recebe exposições que conversam com o estilo moderno e imponente do próprio edifício.

  • Onde fica: Rua Marechal Hermes, nº 999 – Centro Cívico.

Leia também: Feirinhas em Curitiba: as melhores sugestões para você visitar

3. Porto Alegre: história, gastronomia e atrações históricas

A capital do Rio Grande do Sul é um bom ponto de partida para conhecer as origens culturais do sul do Brasil e as tradições ligadas aos pampas. Isso porque a cidade reúne construções históricas, espaços culturais e paisagens marcantes, como o famoso pôr do sol às margens do Guaíba. 

O local abre um leque de atividades e atrações para incluir no roteiro durante as férias em família. Entre os pontos culturais que são paradas obrigatórias, estão:

Casa de Cultura Mario Quintana

Instalada no edifício que abrigou um antigo hotel, o espaço se transformou na Casa de Cultura Mario Quintana, um importante polo cultural de Porto Alegre. Além de manter preservado o quarto onde viveu o poeta Mario Quintana, o local ainda reúne bibliotecas, salas de cinema e espaços para atividades artísticas.

  • Onde fica: Rua dos Andradas, nº 736 – Centro Histórico.

Mercado Público

Localizado no centro histórico de Porto Alegre, o Mercado Público é um dos marcos mais tradicionais da cidade. Além de concentrar bancas com produtos regionais e restaurantes conhecidos, o local também reflete diferentes tradições culturais e religiosas presentes na capital gaúcha.

  • Onde fica: Largo Glênio Peres, nº 1 – Centro Histórico.

Cais Embarcadero

Localizado na antiga área portuária de Porto Alegre, o Cais Embarcadero surgiu a partir da recuperação de antigos armazéns da região. Hoje, reúne restaurantes, áreas de convivência e opções de lazer à beira do Guaíba, tornando-se um dos pontos mais visitados da cidade.

  • Onde fica: Avenida Mauá, nº 1050 – Centro Histórico.

Leia também: O que fazer a noite em Porto Alegre: dicas e sugestões

4. Rio de Janeiro: museus, arte e paisagens icônicas

O Rio de Janeiro não se resume ao litoral. A cidade também abriga marcos importantes da política e da cultura do país — especialmente na região central, onde prédios históricos e instituições culturais remetem ao período imperial e à formação da República. 

Por lá, as opções de passeios culturais são variadas, incluindo:

Museu do Amanhã

Dedicado à ciência e à reflexão sobre o futuro do planeta, o Museu do Amanhã combina tecnologia, experiências interativas e exposições imersivas para discutir temas como mudanças climáticas, inovação e o destino da humanidade.

  • Onde fica: Praça Mauá, nº 1 – Centro.

Real Gabinete Português de Leitura

Fundado no século XIX, o Real Gabinete Português de Leitura reúne uma extensa coleção dedicada à literatura portuguesa, considerada a maior fora de Portugal. O prédio chama atenção pela arquitetura inspirada no estilo neomanuelino e pelo interior com grandes estantes, que formam um dos ambientes de biblioteca mais admirados do mundo.

  • Onde fica: Rua Luís de Camões, nº 30 – Centro.

AquaRio

O AquaRio é o maior aquário marinho da América Latina, que combina visitação com iniciativas de educação ambiental e pesquisa científica. O percurso passa por diferentes ambientes marinhos, com tanques e passagens submersas para observar de perto tubarões, raias e diversos tipos de peixes.

  • Onde fica: Praça Muhammad Ali, s/nº – Gamboa.

5. Salvador: cultura afro-brasileira e patrimônios históricos

Quando falamos em turismo histórico cultural, Salvador é o “berço do Brasil” e o lugar onde a herança africana se manifesta com mais força, seja na música, na dança ou nos costumes. 

A capital baiana preserva um conjunto arquitetônico colonial único, onde as ladeiras e monumentos contam sobre os séculos de resistência e a formação da identidade nacional. Vale a pena conhecer lugares como:

Pelourinho

Localizado no Centro Histórico de Salvador, o Pelourinho é reconhecido como Patrimônio Mundial pela UNESCO e reúne um dos mais importantes conjuntos coloniais das Américas. Caminhar por suas ladeiras e ruas de pedra permite observar de perto igrejas, casarões coloridos e construções do período barroco — entre elas, a famosa Igreja de São Francisco.

  • Onde fica: Praça José de Alencar, s/nº – Largo do Pelourinho (Igreja na Rua Cruzeiro de São Francisco, S/N).

Museu da Gastronomia Baiana

Criado pelo Senac, o Museu da Gastronomia Baiana valoriza a história da culinária da Bahia. A exposição apresenta como diferentes matrizes (africana, indígena e portuguesa) ajudaram a formar os sabores da região, reunindo objetos, utensílios e explicações sobre o contexto cultural por trás dos pratos tradicionais.

  • Onde fica: Praça José de Alencar, nº 13/19 – Largo do Pelourinho.

Casa do Rio Vermelho

O espaço cultural Casa do Rio Vermelho funciona na antiga casa dos escritores Jorge Amado e Zélia Gattai. Hoje, após ser transformado em memorial, o local reúne livros, objetos pessoais, lembranças de viagens e obras de arte que fizeram parte da vida do casal.

  • Onde fica: Rua Alagoinhas, nº 33 – Rio Vermelho.

Leia também: Melhores praias de Salvador para você visitar na sua viagem

Turismo cultural no Brasil: explore o melhor do país com a HCC Hospitality

Com o destino selecionado entre os principais roteiros culturais do Brasil para as férias escolares, o próximo passo é encontrar a hospedagem ideal.

A HCC Hospitality oferece unidades estrategicamente localizadas nas cidades mencionadas, garantindo conforto e facilidade de acesso aos principais centros históricos e museus. Conheça nossas opções:

São Paulo

Na capital paulista, a HCC conta com o Qoya Hotel São Paulo – Curio Collection by Hilton. Localizado na região da Avenida Paulista, o hotel é o refúgio ideal para famílias que buscam sofisticação e proximidade com o coração cultural da cidade.

Curitiba

Referência em hotelaria na capital paranaense, a HCC oferece múltiplas opções:

Porto Alegre

Em Porto Alegre, o Continental Business Porto Alegre está situado no coração do Centro Histórico. Sua localização estratégica permite que as famílias façam roteiros a pé para visitar os pontos turísticos, facilitando a imersão na história e na rotina cultural da capital gaúcha.

Salvador

Para quem busca a essência baiana com praticidade, o Wyndham Salvador Hangar Aeroporto oferece uma estrutura moderna e funcional, além de facilitar o acesso às principais vias que levam tanto ao Litoral Norte quanto aos centros históricos da cidade.

Já para quem quer estar a poucos passos da praia, o Best Western Salvador é a escolha ideal, pois fica localizado em um dos bairros mais boêmios e culturais da capital, o Rio Vermelho.

Escolha seu destino e agende hoje mesmo sua hospedagem no site da HCC Hospitality!

Leia também: 6 destinos brasileiros para viajar sozinho(a) e relaxar

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Eventos Corporativos

Business & Leisure: Como esticar sua viagem de negócios em São Paulo, Curitiba ou Porto Alegre

O conceito de business & leisure, também chamado de “bleisure”, tem ganhado cada vez mais espaço entre profissionais que desejam tornar as viagens corporativas mais proveitosas. A ideia é simples: aproveitar deslocamentos a trabalho para incluir momentos de turismo, ampliando a experiência além dos compromissos profissionais.

Nesse cenário, é comum acrescentar algumas horas ou até um ou dois dias à viagem para conhecer melhor o destino. Cidades como São Paulo, Curitiba e Porto Alegre, por exemplo, oferecem diferentes possibilidades nesse sentido, com atrações culturais, boa gastronomia e passeios que podem ser aproveitados mesmo com uma agenda mais limitada.

Neste artigo, você confere dicas práticas para prolongar sua passagem pela cidade e aproveitar melhor o destino, além de sugestões de experiências para explorar essas capitais mesmo durante uma viagem profissional. Confira!

O que é “bleisure” e por que essa tendência está tão popular?

Conhecido como “blended travel” ou “bleisure”, o conceito descreve um modelo de viagem que combina compromissos profissionais com momentos de lazer no mesmo destino.

Esse formato tem ganhado cada vez mais espaço justamente por tornar a viagem mais proveitosa. Ao já estar em uma cidade para cumprir responsabilidades corporativas, muitas vezes surge uma pequena janela na agenda — seja algumas horas livres ou até um ou dois dias extras, que podem ser utilizados para conhecer melhor o local.

Os números mostram que essa tendência está em crescimento. No artigo The Rise of Blended Travel: The Fine Line Between Work & Play, a empresa de seguros de viagem Squaremouth, traz um estudo realizado com 2.500 pessoas, das quais 43% afirmaram já ter feito uma viagem combinando trabalho e lazer, enquanto 24% planejam realizar uma experiência desse tipo nos próximos 12 meses.

Leia também: Vai viajar? Confira as principais 5 dicas de viagem

O que fazer em São Paulo após compromissos de trabalho

O ritmo acelerado de São Paulo favorece quem viaja a trabalho. Como a cidade está sempre ativa, fica fácil aproveitar os intervalos da agenda para conhecer restaurantes, museus ou atrações culturais. Veja algumas sugestões para o seu roteiro:

1. Gastronomia

  • Baixo Pinheiros: aposta certa para um pós-trabalho descontraído. A região reúne bares modernos, cervejarias artesanais e rooftops badalados, ótimos para relaxar e fechar o dia com uma bela vista do pôr do sol.
  • Jardins e Itaim Bibi: ideais para quem busca um jantar sofisticado. Os bairros concentram os restaurantes de alta gastronomia mais renomados da capital, com equipes premiadas e ambientes elegantes.
  • Mercado Municipal: se a agenda terminar mais cedo, vale incluir uma visita ao “Mercadão”, no centro histórico. Por lá, não deixe de provar o clássico sanduíche de mortadela ou o famoso pastel de bacalhau.

2. Cultura e arte

  • MASP (Avenida Paulista): parada obrigatória em “Sampa”. O museu tem entrada gratuita às terças o dia todo e às sextas a partir das 18h, o que facilita uma visita rápida no fim da tarde. É necessário agendar antes!
  • IMS e Japan House: localizados próximos um do outro na Avenida Paulista, os dois espaços oferecem exposições interessantes e cafeterias — boas opções para fazer uma pausa cultural durante a viagem de trabalho.
  • Pinacoteca: ao lado do Parque da Luz, o prédio de tijolinhos abriga um dos acervos de arte brasileira mais importantes do país. O espaço ainda conta com um jardim de esculturas, ideal para uma caminhada tranquila.

3. Passeios urbanos

  • Avenida Paulista: andar por ela é sentir de perto o ritmo da cidade. A avenida reúne livrarias, centros culturais e muitos outros estabelecimentos, o que permite explorar a região no seu próprio tempo.
  • Bairro da Liberdade: conhecido pela forte influência oriental, é um ótimo lugar para um passeio rápido. Além disso, o bairro é ideal para comprar lembrancinhas diferentes ou aproveitar um bom lámen depois do trabalho.

Leia também: Bairro da Liberdade em São Paulo: confira a atração

Experiências para aproveitar Curitiba além da agenda profissional

Curitiba é conhecida no Brasil pelo planejamento urbano e pelo cuidado com as áreas verdes, criando um clima tranquilo mesmo para quem está na cidade a trabalho. A boa notícia é que, graças à mobilidade e à organização da capital paranaense, dá para sair do ritmo das reuniões e encaixar momentos de lazer com facilidade. 

São ótimos lugares para conhecer entre um compromisso e outro:

1. Parques e áreas verdes

  • Jardim Botânico: um dos símbolos mais conhecidos de Curitiba. A estufa de vidro e metal, inspirada no Palácio de Cristal de Londres, chama atenção logo na chegada e rende ótimas fotos, além de um agradável passeio pelos jardins.
  • Parque Barigui: um dos lugares preferidos da cidade para relaxar depois do trabalho. O parque tem uma pista de caminhada frequentada por quem gosta de caminhar e amplas áreas verdes, perfeitas para descansar na grama.
  • Parque Tanguá: construído em uma antiga pedreira, o parque conta com mirantes que oferecem vistas impressionantes — especialmente no fim da tarde, quando o pôr do sol cria um dos cenários mais bonitos da capital.

2. Cafés e gastronomia local

  • Batel e Bigorrilho: bairros conhecidos pelos cafés elegantes e confeitarias tradicionais da cidade. São ótimos para fazer uma pausa, tomar um bom café e responder alguns e-mails em um ambiente confortável.
  • Santa Felicidade: tradicional bairro italiano de Curitiba e destino clássico para um bom jantar. A região reúne restaurantes famosos por suas massas artesanais e cartas de vinho, apostas certeiras para encerrar o dia.
  • Mercado Municipal: espaço movimentado que reúne diversas opções gastronômicas. Entre bancas de queijos e lanches, é uma boa escolha tanto para um almoço diferente quanto para um happy hour com petiscos.

3. Atrações culturais e arquitetura

  • Museu Oscar Niemeyer (MON): se você quer conhecer um dos principais símbolos curitibanos, esse é o lugar. O MON chama atenção pelo formato e pelo espaço aberto ao redor, onde muitas pessoas gostam de caminhar e tirar fotos.
  • Ópera de Arame: um dos cenários mais icônicos de Curitiba. O teatro de estrutura metálica fica sobre um lago cercado por natureza, criando uma paisagem única. Vale conferir a programação de espetáculos.

Leia também: Lugares para ir em Curitiba a noite: 9 dicas para aproveitar a cidade

Como aproveitar Porto Alegre durante uma viagem corporativa

Porto Alegre une a rotina movimentada de uma capital com um ambiente acolhedor e cheio de identidade cultural. Para quem viaja a trabalho, a cidade oferece boas oportunidades de fazer uma pausa entre os compromissos e aproveitar costumes locais.

Algumas opções do que fazer na capital gaúcha durante um bleisure incluem:

1. Orla do Guaíba 

  • Trecho 1 da orla: espaço revitalizado à beira do Guaíba, com calçadão amplo, ciclovia e áreas para descanso. É um ótimo lugar para caminhar no fim da tarde, pedalar ou simplesmente sentar e apreciar enquanto o sol começa a se pôr.
  • Cais Embarcadero: complexo moderno que reúne bares, restaurantes e alguns espaços culturais de frente para o rio. O ambiente é animado e descontraído, sendo uma boa escolha para um happy hour depois do trabalho.
  • Passeio de barco: se houver um tempo livre no fim do dia, os barcos que saem da região do cais oferecem uma vista diferente de Porto Alegre, permitindo observar o horizonte da cidade a partir da água.

2. Gastronomia regional

  • Churrascarias típicas: provar um bom churrasco é quase obrigatório para quem visita o Rio Grande do Sul. Na cidade, é possível encontrar desde rodízios clássicos até casas especializadas em cortes selecionados, muitas delas tradicionais na cena gastronômica da cidade.
  • Cidade Baixa: um dos bairros mais conhecidos pela vida noturna. A região reúne bares, cervejarias artesanais e restaurantes informais, criando um ambiente animado e descontraído para relaxar no fim do dia.
  • Moinhos de Vento: especialmente na Rua Padre Chagas e arredores, fica uma das áreas mais charmosas da cidade. O bairro concentra diversos cafés e bistrôs, sendo uma boa escolha para refeições em um ambiente agradável e arborizado.

3. Espaços culturais e históricos

  • Casa de Cultura Mario Quintana: instalada em um antigo hotel, é um dos passeios em Porto Alegre mais populares. O local preserva o quarto onde viveu o poeta Mario Quintana e abriga exposições, salas culturais e um terraço com uma bela vista para o Guaíba.
  • Farol Santander: localizado em um prédio histórico restaurado no centro da cidade, o espaço reúne exposições de arte, programação cultural e um café no topo.

Leia também: Museus em Porto Alegre: confira os 6 principais

Como planejar uma extensão da viagem de trabalho

Para aproveitar o bleisure de forma equilibrada, é essencial se planejar. Com organização, é possível incluir momentos de lazer na viagem sem atrapalhar os compromissos de trabalho ou as regras da empresa.

Veja alguns passos importantes:

1. Verifique a agenda com antecedência

Antes de planejar passeios, analise os horários das reuniões, a duração dos compromissos e os intervalos disponíveis. Isso ajuda a identificar se é melhor encaixar atividades no fim da tarde, à noite ou deixar o lazer para depois da agenda profissional.

2. Considere estender a estadia 

Limitar o lazer aos intervalos do trabalho pode deixar a experiência corrida. Acrescentar uma noite extra ou aproveitar o fim de semana permite explorar a cidade com mais tranquilidade, sem preocupação com compromissos seguintes.

3. Escolha um hotel bem localizado

Na proposta de bleisure, o lugar onde você se hospeda faz toda a diferença. Optar por hotéis situados em áreas centrais ou perto de regiões conhecidas pela gastronomia e pela vida cultural facilita muito a rotina durante a viagem.

Leia também: Escolher hotel: dicas para acertar e evitar dores de cabeça

Deixe sua viagem de negócios ainda mais completa com a HCC Hospitality!

Neste artigo, vimos que uma viagem corporativa não precisa se limitar a reuniões e compromissos. Com organização e boas escolhas, também é possível conhecer melhor o destino e aproveitar pequenos momentos de lazer ao longo da agenda.

Pensando nisso, a HCC Hospitality oferece hotéis bem localizados, próximos a centros empresariais e a diversas atrações das cidades mencionadas. Assim, você tem estrutura para trabalhar com tranquilidade e conforto para relaxar quando o expediente termina!

Conheça nossas opções de hotéis em São Paulo, Curitiba e Porto Alegre:

São Paulo

Em São Paulo, o Qoya Hotel São Paulo, Curio Collection by Hiltonfica em uma localização estratégica, próxima à Avenida Paulista. Ele combina design contemporâneo, conforto e fácil acesso a centros empresariais e atrações da cidade.

Curitiba

Na capital paranaense, a HCC oferece diferentes estilos de hospedagem para perfis variados de viajantes:

Porto Alegre

Já em Porto Alegre, o Continental Business é uma alternativa prática para quem precisa ficar no centro da cidade. A localização facilita o acesso a serviços e comércios, enquanto o hotel oferece recepção 24 horas e restaurante com refeições ao longo do dia.

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Imagem de capa – Fonte: Drazen Zigic / Freepik (2026).

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Campos do Jordão/SP Destinos

Bondinho de Campos do Jordão (Parque Capivari): guia completo

No coração da Serra da Mantiqueira, um passeio que une história, paisagens e charme europeu se destaca: o bondinho de Campos do Jordão. Mais do que um transporte que já serviu à cidade no passado, ele se tornou hoje uma experiência turística divertida, permitindo conhecer melhor a história local e apreciar a natureza a partir de uma vista privilegiada.

Neste artigo, você vai encontrar tudo o que precisa para aproveitar o passeio de bondinho em Campos do Jordão: desde horários e valores dos ingressos até dicas para aproveitar o trajeto de forma tranquila e garantir fotos incríveis. Vamos lá?

O que é o Bondinho de Campos do Jordão?

O bondinho elétrico de Campos do Jordão é administrado pela Estrada de Ferro Campos do Jordão (EFCJ), projeto idealizado pelos médicos Emílio Ribas e Victor Godinho. Na época, a tuberculose representava um dos principais desafios de saúde pública em São Paulo, e o clima de montanha era considerado parte essencial do tratamento. 

Nesse contexto, o então “bondinho” (inicialmente movido a vapor e, depois, a gasolina) foi criado para transportar pacientes de Pindamonhangaba até os sanatórios na serra com mais rapidez. Cerca de dez anos após a inauguração, a linha passou por eletrificação. Foi nesse período que surgiram os tradicionais bondinhos amarelos e vermelhos, que ganharam o apelido de “camarão”, em referência à cor e ao formato.

Atualmente, o trajeto é feito de forma totalmente elétrica, em um percurso urbano de aproximadamente 4 km (ida e volta), conectando a movimentada Vila Capivari à tradicional Vila Abernéssia ou ao Portal da Cidade. Desde 2011, a operação está vinculada à Secretaria de Estado dos Transportes Metropolitanos.

Uma particularidade que chama atenção é que, ao contrário de um transporte convencional, o bondinho percorre o trajeto em velocidade reduzida — o que permite que as pessoas a bordo acenem para quem está nas calçadas e fotografem cada detalhe da paisagem com calma.

Como chegar ao bondinho: localização e embarque

O embarque acontece na Estação Emílio Ribas, no bairro Vila Capivari. Em funcionamento desde 1914, a estação é conhecida como o marco zero do turismo ferroviário na Serra da Mantiqueira e leva o nome de um dos fundadores da ferrovia.

Mas atenção para não se confundir: a estação é o ponto de partida de vários passeios. O bondinho elétrico divide o espaço com a maria-fumaça, então confira sempre o seu bilhete antes de subir.

Como a estação está localizada na região central, o acesso é fácil e pode ser feito de várias formas. As principais são:

  • A pé: quem está na área central consegue chegar caminhando sem dificuldade. O trajeto é curto, com poucos desníveis, e atravessa trechos movimentados, cheios de lojas e cafés — um “aquecimento” para o passeio. De quebra, ainda elimina qualquer preocupação com o carro.
  • De carro: ir dirigindo também é viável, graças aos estacionamentos pagos no entorno da estação. Ainda assim, em fins de semana e feriados prolongados, a procura por vagas é alta. Por isso, sair com uns 30 minutos de antecedência ajuda a evitar imprevistos e atrasos no embarque.
  • Por aplicativo ou táxi: alternativa conveniente para dias de maior fluxo ou para quem se hospeda nos bairros mais afastados e elevados da cidade. Assim, é possível fazer o passeio com tranquilidade, sem precisar lidar com direção ou estacionamento.

Leia também: Pontos turísticos em Campos do Jordão — 8 principais atrações da cidade

Bondinho de Campos do Jordão: horários de funcionamento e preços dos ingressos

Os valores e horários do passeio no “trenzinho” de Campos do Jordão variam conforme o percurso escolhido. De acordo com as informações disponíveis no site Net Campos, portal de turismo do município, esses são os praticados atualmente:

Roteiro urbano (Vila Capivari x Vila Abernéssia)

Indicado para quem tem a agenda mais enxuta ou quer incluir o bondinho no roteiro de forma rápida, esse trajeto permite vivenciar a experiência do transporte histórico enquanto acompanha o dia a dia das ruas jordanenses.

  • Preço: R$ 20,00 (bilhete de ida e volta).
  • Horários: pontualmente de hora em hora, iniciando às 10h e encerrando o último embarque às 17h.
  • Tempo de percurso: cerca de 30 minutos.

Roteiro até o Portal (Vila Capivari x Portal da Cidade)

Para quem prefere um percurso mais longo e quer acompanhar a mudança do centro turístico até a entrada do município, esse é o trajeto mais indicado. Isso porque o roteiro segue além da área urbana e vai até o tradicional Portal de Campos do Jordão, ampliando a experiência ao longo do caminho.

  • Preço: R$ 30,00 (ida e volta).
  • Horários: pontualmente de hora em hora, iniciando às 10h e encerrando o último embarque às 17h.
  • Tempo de percurso: cerca de 45 minutos.

Dica: os valores e horários mencionados podem sofrer alterações sem aviso prévio. Recomendamos confirmar a tabela oficial na bilheteria da estação no dia da sua visita para evitar imprevistos.

Principais atrações durante o passeio de bondinho

Durante o trajeto de bondinho, é possível apreciar diferentes paisagens e pontos interessantes do município de Campos do Jordão. Independentemente do circuito escolhido, você confere:

Vila Abernéssia

Reconhecido como o núcleo histórico e comercial de Campos do Jordão, o bairro guarda parte importante da origem do município. As construções antigas, muitas com fachadas preservadas, dividem espaço com o comércio tradicional e uma rotina mais tranquila, distante do movimento intenso de Capivari.

Dessa forma, para quem quer conhecer a cidade além dos cartões-postais mais famosos, a passagem mostra um lado mais cotidiano da vida local.

Vila Jaguaribe

Um dos bairros mais tradicionais de Campos do Jordão, combina perfil residencial com o clima típico da serra. Mais afastada das áreas turísticas, tem ruas arborizadas, casas com jardins e um ritmo mais tranquilo, ideal para observar com calma paisagens como:

  • Arquitetura de influência suíça e alemã: é um dos destaques do trajeto! Afinal, as construções com telhados inclinados, madeira aparente e jardins serranos marcam a identidade da cidade. Como o bondinho passa por ruas mais estreitas e próximas às fachadas, permite ver esses detalhes de um ângulo diferente do carro.
  • Portal da Cidade: destino final do trajeto mais extenso, sinaliza a chegada oficial a Campos do Jordão. A estrutura marca a passagem da rodovia para a área urbana e se abre para uma vista ampla das montanhas da Serra da Mantiqueira. Assim, fazer esse percurso de bondinho permite acompanhar a mudança da paisagem ao longo de todo o caminho.

Dica: no trajeto de ida para Vila Abernéssia, prefira os assentos do lado direito. Nele, o campo de visão se abre para as montanhas da Mantiqueira, com paisagens amplas e horizonte livre, enquanto no lado oposto o enquadramento costuma ficar mais voltado para áreas próximas aos trilhos. Vale considerar isso antes de se acomodar para aproveitar melhor o visual durante o percurso!

Leia também: Passeios em Campos do Jordão — 10 melhores passeios na cidade

Dicas para aproveitar ao máximo o passeio de bondinho

Alguns detalhes podem influenciar diretamente na experiência de passear de bondinho em Campos do Jordão. A seguir, reunimos as principais dicas para aproveitar melhor cada etapa do percurso:

  • Prefira o meio da manhã: entre 10h e 11h, o movimento costuma ser menor do que no fim da tarde, quando a Vila Capivari está mais cheia. Além disso, a luz nesse horário favorece as fotos ao longo do trajeto.
  • Leve uma camada extra de roupa: mesmo em dias de sol, a combinação de altitude e movimento do bondinho pode deixar a sensação térmica mais baixa. Por isso, um casaco leve é indispensável.
  • Considere o roteiro urbano: o trecho até Vila Abernéssia costuma ser visto como “menor”, mas é nele que a arquitetura histórica e o cotidiano da cidade se mostram de forma autêntica.
  • Prefira bolsas menores: os vagões são compactos e o espaço entre os bancos é limitado. Assim, levar volumes menores consigo pode tornar o passeio mais confortável.
  • Converse com a equipe da estação: além de orientar sobre horários e possíveis ajustes no trajeto, a equipe costuma compartilhar informações e curiosidades que não aparecem nos materiais convencionais.

Vai visitar Campos do Jordão? Monte seu roteiro com auxílio do blog HCC Hospitality!

Passear no Bondinho de Campos do Jordão está entre as experiências mais recomendadas para quem visita a cidade pela primeira vez. O trajeto combina história, paisagens e um ritmo tranquilo, sendo uma opção segura e agradável para diferentes perfis e idades — além de render ótimos registros da chamada “Suíça Brasileira”.

Se a viagem para Campos do Jordão está nos planos, organizar o roteiro com antecedência faz toda a diferença. No blog da HCC Hospitality, você encontra conteúdos completos sobre o destino, com sugestões de atrações, experiências e dicas práticas para aproveitar ao máximo cada momento na cidade.

Acesse o blog da HCC Hospitality e confira!

Leia também: Parques em Campos do Jordão: 7 dicas para você aproveitar a cidade

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Parques e áreas verdes em Campo Grande: guia para curtir a cidade ao ar livre

Campo Grande é conhecida como “Cidade Morena”, mas o apelido poderia muito bem dividir espaço com outro: o de uma das capitais mais arborizadas do país. Com áreas verdes distribuídas por diferentes regiões, a cidade equilibra crescimento urbano e natureza, oferecendo pausas bem-vindas na rotina e a chance de desacelerar, mesmo naqueles dias mais corridos.

Neste guia, reunimos as principais áreas verdes e parques em Campo Grande (MS) para você curtir a cidade ao ar livre e ainda enriquecer seu roteiro com experiências que revelam o melhor do destino. Acompanhe!

Campo Grande: a cidade mais arborizada​ do Brasil

Campo Grande não é lembrada pelo verde à toa. Dados do Censo 2022 do IBGE (divulgados em 2024/2025) colocam a capital como a mais arborizada do Brasil: cerca de 91,4% dos domicílios estão em ruas com árvores — índice superior ao de cidades como Porto Alegre e Curitiba, por exemplo.

Outro número reforça esse cenário: são, em média, 73,66 m² de área verde por habitante, quase cinco vezes acima do mínimo recomendado por organismos internacionais. Na prática, os dados confirmam o que se vê no dia a dia: uma capital onde o verde faz parte da paisagem urbana.

1. Parque das Nações Indígenas

Reconhecido como um dos principais espaços urbanos do planeta, o Parque das Nações Indígenas, em Campo Grande, com cerca de 119 hectares, combina áreas estruturadas de lazer com a conservação ambiental características da região.

Se a ideia é se movimentar, o parque é o lugar certo: as pistas pavimentadas são ótimas para caminhar, correr no fim da tarde, pedalar ou até se aventurar de patins. Agora, se o plano é desacelerar, é só escolher um cantinho no gramado, abrir a toalha e montar um piquenique enquanto o céu ganha tons coloridos em um dos pores do sol mais bonitos de Mato Grosso do Sul.

Mas o passeio por lá não se resume às atividades ao ar livre. O parque também reúne cultura e conhecimento, com espaços como o Museu das Culturas Dom Bosco, referência em etnologia indígena e zoologia, e o Museu de Arte Contemporânea (MARCO), com exposições permanentes e itinerantes que complementam a visita.

  • Endereço: Av. Afonso Pena, s/n — Centro, Campo Grande.

Leia também: 8 pontos turísticos de Campo Grande (MS)

2. Parque dos Poderes Governador Pedro Pedrossian

O Parque dos Poderes Governador Pedro Pedrossian é outro dos espaços mais emblemáticos de Campo Grande. O complexo reúne as sedes dos três poderes do Estado a uma ampla área de mata nativa preservada, onde a presença de animais silvestres faz parte da paisagem.

Contudo, mais do que um parque tradicional, aos fins de semana e feriados, o projeto Amigos do Parque fecha uma das pistas da Avenida do Poeta para uso exclusivo da população. Com isso, o espaço se transforma em área para caminhadas, corrida, ciclismo e lazer em família, tudo isso em um ambiente tranquilo e arborizado.

Vale ainda mencionar que, ao longo do percurso por lá, ainda é possível observar os prédios governamentais integrados à vegetação de Cerrado, além da conhecida Torre da TV Morena, que se destaca como um dos principais pontos de referência da região.

  • Endereço: Av. Desembargador José Nunes da Cunha, s/n — bairro Parque dos Poderes, Campo Grande.

3. Praça Itanhangá 

Para quem busca tranquilidade e um ambiente naturalmente mais fresco na capital sul-mato-grossense, a Praça Itanhangá (oficialmente chamada Praça Lúdio Martins Coelho Filho) é uma excelente alternativa.

Ao contrário das demais áreas citadas, o espaço da Itanhangá é marcado pela vegetação mais fechada e por árvores antigas que ajudam a manter a temperatura agradável ao longo do dia, criando um clima mais reservado mesmo em meio à cidade.

Além disso, sua proposta é simples e acolhedora. Com parquinho infantil e diversos bancos distribuídos sob a sombra, o ambiente favorece momentos de descanso e contemplação. Por isso, funciona bem tanto para uma pausa rápida na rotina quanto para um passeio leve e sem pressa no fim de semana.

  • Endereço: R. Chaadi Scaff — Itanhangá Park, Campo Grande.

Leia também: Roteiro Gastronômico em Campo Grande — Dicas de Onde Comer e o Que Experimentar

4. Horto Florestal de Campo Grande​

Situado na confluência das avenidas Fernando Corrêa da Costa e Ernesto Geisel, o Parque Florestal Antônio de Albuquerque, popularmente chamado de Horto Florestal, ocupa uma área de grande relevância histórica para Campo Grande.

Antes de se tornar um espaço dedicado ao lazer e ao contato com a natureza, a área abrigou o antigo Matadouro Municipal, ainda nas primeiras décadas do século XX. Posteriormente, na década de 1920, passou por uma requalificação e deu origem ao primeiro parque da cidade.

Hoje, o espaço é amplamente frequentado por quem busca atividades ao ar livre e momentos de convivência. A estrutura inclui circuito para caminhada e corrida, equipamentos de exercícios externos e áreas destinadas a modalidades esportivas, atraindo público variado ao longo do dia — de quem treina regularmente a famílias que aproveitam o ambiente para passar o tempo juntas.

  • Endereço: Rua Joel Dibo, s/n — Centro, Campo Grande.

5. Parque Estadual do Prosa

Para quem deseja inserir uma área verde realmente preservada no itinerário, sem deixar Campo Grande, o Parque Estadual do Prosa é uma das opções mais relevantes. Trata-se de um dos mais importantes fragmentos de Cerrado na cidade, voltado principalmente à conservação e à conscientização ambiental.

Com cerca de 128 hectares protegidos, ele não funciona como espaço de uso recreativo convencional. A entrada é monitorada, exige agendamento prévio e prioriza visitas educativas, mantendo o ambiente silencioso e favorecendo uma vivência mais imersiva.

Entre os principais destaques estão as trilhas guiadas, que percorrem áreas de vegetação nativa e abordam temas como biodiversidade e preservação dos recursos hídricos da capital. 

O parque também abriga o Centro de Reabilitação de Animais Silvestres (CRAS), responsável pelo cuidado e reabilitação de animais resgatados — que, embora também siga critérios de visitação, fortalece o parque como núcleo de proteção e recuperação dessas espécies.

  • Endereço: R. Lima Félix, s/n — Jardim Veraneio, Campo Grande.

Leia também: O que fazer à noite em Campo Grande?

6. Parque Cônsul Assaf Trad

Fora do eixo central, na região norte e no sentido Cuiabá, o Parque Cônsul Assaf Trad é uma opção conveniente para quem está nessa área da cidade. Inaugurado em 2008, foi planejado para atender bairros como Novos Estados e Mata do Jacinto, consolidando-se como espaço de lazer e convivência para a comunidade.

No local, há estrutura para diferentes perfis de público, com pistas de caminhada, playground, quadras de areia e um lago que valoriza a paisagem e atrai diversas aves nativas. Ou seja, é o destino ideal tanto para quem deseja manter a rotina de exercícios quanto para quem busca um local para o descanso aos finais de semana.

Paralelamente às atividades de lazer, o espaço também incorpora elementos que destacam a identidade cultural do estado. O conjunto “Sete Nações Indígenas”, por exemplo, reúne monumentos em homenagem a etnias como Kadiwéu e Guarani, evidenciando a diversidade e a relevância dos povos originários na formação regional.

  • Endereço: Av. Abadia de Oliveira Lima, 100 — Alphaville, Campo Grande.

7. Parque Ayrton Senna

Inaugurado em 1994, no bairro Aero Rancho, o Parque Ayrton Senna é referência em esporte e convivência na região sul da cidade. Vai além de uma área verde: é um espaço completo para quem quer se movimentar ou aproveitar atividades em grupo.

Com infraestrutura diversificada, o espaço contempla tanto quem se exercita por lazer quanto quem treina com foco competitivo. A pista de atletismo é um dos principais atrativos, somando-se ao ginásio fechado, quadras de tênis, campos de futebol, áreas para diferentes esportes e piscina utilizada em atividades orientadas e projetos sociais.

Mas, devido ao seu porte, o local também recebe programações culturais, festivais e iniciativas comunitárias ao longo do ano, ampliando seu papel na agenda pública de Campo Grande.

  • Endereço: R. Aristhides Azevedo do Nascimento, s/n — Aero Rancho, Campo Grande.

Leia também: Páscoa em Campo Grande com crianças: 7 ideias divertidas para o feriado!

Parques em Campo Grande: dicas extras para seu roteiro

Para aproveitar melhor as áreas verdes da capital, vale considerar alguns cuidados práticos, especialmente por causa do clima sul-mato-grossense. Para garantir um passeio confortável e tranquilo do início ao fim, anote essas dicas:

  • Horários mais amenos: prefira sair cedo ou no fim da tarde, quando as temperaturas em Campo Grande costumam ser mais tranquilas.
  • Cuidados com os animais: não ofereça alimento a espécies silvestres, como capivaras e quatis — isso prejudica a saúde deles e o equilíbrio do ambiente.
  • Uso de repelente: recomendável principalmente em áreas com vegetação mais fechada, como o Parque Itanhangá e o Parque Estadual do Prosa.
  • Roupas adequadas: opte por peças leves, que ajudem na ventilação. Boné ou chapéu também são ótimos aliados contra o sol forte.

Leia também: Campo Grande: guia completo para sua viagem!

Vai conhecer Campo Grande (MS)? Monte seu roteiro com a HCC Hospitality!

Além dos parques e áreas verdes, Campo Grande oferece diversas possibilidades para montar um roteiro variado, que combina natureza, gastronomia e experiências urbanas.

No blog da HCC Hospitality, você encontra conteúdos que ajudam a organizar a viagem com mais clareza — desde dicas sobre viagem e atrações locais até orientações sobre eventos sociais e corporativos na capital sul-mato-grossense, e como arrumar as malas para a viagem.

Por isso, fica a dica: para organizar sua próxima viagem, acesse o blog da HCC Hospitality e planeje seus dias de descanso com mais confiança e tranquilidade!

Leia também: Vai viajar? Confira as principais 5 dicas de viagem

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Mala de Outono: Dicas para levar o essencial na sua viagem

Viajar durante o outono tem um clima especial: as paisagens mudam, a luz fica mais suave e os passeios parecem ainda mais agradáveis. Ao mesmo tempo, nessa época podem surgir dúvidas na hora de fazer as malas. Afinal, como lidar com temperaturas que variam ao longo do dia sem exagerar no volume da bagagem?

A resposta não está em levar mais peças, e sim em escolher melhor. Neste conteúdo, reunimos orientações e dicas práticas para organizar sua mala de outono de forma mais eficiente, garantindo conforto e flexibilidade para aproveitar a estada. Vamos lá?

Mala de outono: entenda o clima do seu destino

No outono, o clima tende a mudar bastante — por isso, montar a mala sem considerar para onde você vai pode ser um erro! A seguir, explicamos por que esse cuidado é tão importante.

Diferença entre outono em destinos nacionais e internacionais

  • Em muitos destinos no Brasil, é comum ter variações marcantes de temperatura ao longo do mesmo dia durante o outono. Você pode sair cedo com um ar fresco, sentir o calor à tarde e, no fim do dia, querer uma peça extra para se aquecer. 
  • Já em destinos internacionais (especialmente no hemisfério norte), o cenário costuma ser outro. Nesses lugares, o outono “anuncia” a chegada do frio mais intenso. As temperaturas tendem a cair consistentemente, com o vento mais rigoroso e o ar mais úmido. 

A importância de verificar a previsão do tempo

Antes de montar a mala, confira a previsão do tempo do destino — de preferência, nos dois dias antes da viagem. Dependendo do destino escolhido, o clima pode ser imprevisível, e esse cuidado ajuda a fazer ajustes rápidos a tempo.

Se houver chance de chuva, vale, por exemplo, incluir um calçado resistente à água. Mas se a temperatura subir além do esperado, levar uma peça mais leve pode salvar o look e garantir o conforto.

  • Dica: confira sempre a sensação térmica (“realfeel”), não somente os graus marcados. Isso porque o vento e a umidade podem mudar toda a percepção de frio ou calor, influenciando diretamente o que você vai vestir.

Dicas essenciais para montar sua mala de viagem no outono​

O outono é a época em que o clima costuma confundir na hora de fazer a mala. Para não exagerar na bagagem com peças pesadas que talvez nem sejam usadas, o segredo é pensar de forma prática e estratégica.

A seguir, listamos 5 dicas para montar uma mala funcional e versátil, pronta para as variações de temperatura da estação:

1. Priorize peças versáteis e em camadas

Para acompanhar um clima que varia ao longo do dia, a melhor estratégia é pensar em combinações inteligentes para suas roupas. Em vez de depender de uma única peça pesada, vale montar produções com camadas leves que possam ser colocadas/retiradas conforme a temperatura muda. 

Desse modo, você ganha flexibilidade sem precisar carregar volume demais. Além disso, considere apostar em uma paleta com cores neutras para “multiplicar” as combinações sem precisar ocupar espaço extra.

  • Peças-chave: camisetas de algodão, tricô leve e jaqueta corta-vento.

2. Escolha os casacos ideais para o clima

No outono, o casaco costuma ser a peça-chave do look — mas isso não significa apostar em algo pesado como no inverno mais rigoroso. Como as temperaturas variam ao longo do dia, o ideal é escolher um modelo que proteja do vento e da umidade, mantendo o conforto térmico sem ocupar espaço demais na mala.

Também pense na versatilidade da peça. Um bom casaco é aquele que funciona tanto para um passeio durante o dia quanto para um jantar à noite. Dessa forma, é possível levar menos peças e ganhar mais possibilidades.

  • Peças-chave: um trench coat clássico, uma jaqueta de couro (ou material sintético) ou um cardigã de trama fechada.

3. Aposte em roupas-base coordenadas

Outro ponto importante é priorizar peças práticas e confortáveis, especialmente se a viagem incluir bastante tempo fora do hotel. Por isso, dê preferência a roupas que resistam bem ao uso e combinem entre si, que não amassem com facilidade e sejam simples de cuidar.

Outro truque é equilibrar a quantidade de peças. Em geral, faz mais sentido levar mais opções da parte de cima do que de baixo. Afinal, trocar a blusa, o tricô ou a camisa já transforma o visual e rende combinações diferentes (inclusive nas fotos), sem necessariamente aumentar o volume da bagagem.

  • Peças-chave: calça jeans escura, calça de sarja ou alfaiataria e blusas de manga longa em malha ou algodão.

4. Selecione calçados fechados e resistentes

Pés frios ou molhados podem acabar com qualquer roteiro, por isso, no outono, o calçado merece atenção especial. Dê preferência a modelos já amaciados, confortáveis para caminhar e que protejam do frio do chão e da umidade comum nessa época do ano.

Também vale evitar sapatos muito abertos ou feitos com tecidos finos. Se a temperatura cair de repente, eles deixam de ser úteis e só ocupam espaço na mala — o que ninguém quer durante a viagem.

  • Peças-chave: um tênis casual de couro (ou material sintético resistente) e uma bota de cano curto (ankle boot).

5. Utilize acessórios que transformam o visual

Os acessórios são ótimos aliados para economizar espaço na mala. Em geral, são pequenos e leves, mas conseguem transformar completamente um look básico. Além disso, alguns ainda funcionam como uma camada extra nos dias mais frescos e podem ser guardados facilmente na bolsa caso a temperatura suba.

  • Peças-chave: uma echarpe ou cachecol de gramatura média, óculos de sol e um guarda-chuva compacto.

Checklist rápido da mala de outono

Deu para perceber que montar a mala para o outono exige estratégia, não excesso, certo? Mais importante do que levar muitas peças é escolher itens que realmente façam sentido para diferentes situações.

A seguir, preparamos uma sugestão de organização para uma viagem de 3 a 5 dias, pensada para garantir conforto ao longo das variações de temperatura durante o dia:

  • 2 a 3 blusas de manga longa (feitas de tecidos respiráveis como algodão ou malha fina).
  • 1 casaco principal (um modelo versátil como um trench coat, jaqueta de couro ou casaco de lã batida).
  • 1 camada intermediária (um cardigã, suéter de tricô ou um fleece leve).
  • 2 calças (um jeans escuro (que transita entre dia e noite) e uma calça de sarja/alfaiataria).
  • 1 par de tênis (um modelo confortável e, preferencialmente, resistente à água).
  • 1 echarpe ou lenço (muda o visual do look e protege o pescoço).
  • 3 a 5 pares de meias (de cano médio para garantir que o tornozelo não fique exposto ao frio).
  • Óculos de sol (o sol de outono costuma ser baixo e forte).

Leia também: O que levar na mala de viagem para o litoral

Dicas para otimizar espaço na mala de outono

Viajar durante o outono exige planejamento, já que as peças costumam ser mais encorpadas do que no verão. Para evitar excesso de volume e manter a bagagem prática, é fundamental pensar na forma como tudo será organizado.

Aqui estão três dicas práticas para otimizar sua mala de outono:

Dica 01: use a técnica “rocambole”

Pensando substituir as dobras convencionais por uma forma mais eficiente de acomodar as roupas, a dica é enrolar cada peça individualmente — como se fosse um rocambole. Esse formato, além de reduzir o volume ocupado e diminuir os “espaços vazios” entre os tecidos, também pode ajudar a preservar a aparência das peças, evitando marcas e vincos.

Dica 02: leve combinações prontas

Em vez de incluir roupas avulsas apenas “para garantir”, planeje todas as produções antes de partir. Defina os looks completos conforme os compromissos do roteiro e já deixe tudo pensado com antecedência. 

Fazendo assim, você ganha praticidade na viagem e ainda evita bagunçar toda a mala sempre que precisar encontrar um item específico.

Dica 03: crie combinações entre as peças

Para trazer mais versatilidade durante a viagem, priorize roupas que “conversem” entre si. Por exemplo, optar por tons neutros (como bege, azul-marinho e cinza) não só ajuda a multiplicar as possibilidades de combinação, como também torna o visual mais prático de coordenar.

Além disso, pense na proporção entre as peças: leve mais opções de parte de cima do que de baixo. Como calças e saias de meia-estação costumam ocupar mais espaço, alternar as blusas é uma maneira de variar os looks sem aumentar o volume da mala.

Leia também: Como arrumar malas para viagens de negócios, de lazer e com a família

Aproveite o melhor da meia-estação com o blog da HCC Hospitality!

Neste texto, vimos que entender como arrumar uma mala de mão de outono (ou até mesmo uma mala maior) faz toda a diferença na experiência da viagem. Ao organizar tudo de forma estratégica, você aproveita melhor o espaço e evita excessos, viajando com mais praticidade e conforto.

E, para continuar se preparando com boas ideias e dicas, confira os demais artigos já disponíveis no blog da HCC Hospitality! 

De dicas de viagem e curiosidades sobre a gastronomia a detalhes sobre eventos sociais e encontros corporativos, reunimos conteúdos de tudo o que você precisa para tornar cada estada ainda mais especial.

Acesse o blog HCC Hospitality e comece a planejar seu próximo roteiro!

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Roteiro Gastronômico em Campo Grande: Dicas de Onde Comer e o Que Experimentar

Conhecer Campo Grande não se resume a visitar seus pontos turísticos — é na culinária que a cidade mostra sua verdadeira essência. A capital do Mato Grosso do Sul reúne diferentes tradições e combina essas influências naturalmente, criando um jeito próprio de cozinhar. O resultado? Uma gastronomia variada, saborosa e autêntica.

Neste artigo, preparamos um guia completo sobre onde comer em Campo Grande, incluindo desde os restaurantes mais tradicionais até os sabores típicos encontrados na Feira Central. Acompanhe!

1. Culinária pantaneira

Se você está pesquisando onde comer peixe em Campo Grande (MS), pode esperar ótimas experiências à mesa. A cidade valoriza os peixes de água doce como parte essencial da sua culinária, e eles aparecem como destaque em diversos restaurantes. 

Para provar as especialidades da culinária pantaneira, recomendamos conhecer os seguintes lugares:

Casa do Peixe

Tradicional em Campo Grande, a Casa do Peixe se destaca por oferecer diferentes espécies de peixes de água doce em preparos que valorizam os sabores regionais. O cardápio permite provar desde receitas clássicas com pintado até opções menos comuns, incluindo pacu e piranha. 

Além disso, os pratos costumam vir acompanhados de guarnições típicas e servidos em porções generosas, tornando uma refeição por lá ainda mais completa.

Fogo Caipira

O restaurante Fogo Caipira traz para o cenário urbano a atmosfera das antigas casas de fazenda, com uma decoração inspirada no universo rural que torna o espaço bastante acolhedor. 

A cozinha segue a mesma linha e prioriza receitas tradicionais do interior e, além dos peixes, o cardápio inclui pratos como: arroz carreteiro, carne de sol e feijão tropeiro, ou seja, combinações que resgatam sabores ligados à história e à formação cultural do estado.

Palhoça Pantaneira

Aposta em uma ambientação que faz referência direta ao Pantanal e reforça a proposta de destacar ingredientes e preparos típicos da região. Entre os pratos mais pedidos do Palhoça Pantaneira, estão o pintado ao urucum e o pacu assado, além de opções como costelinha de pacu e caldo de piranha. 

As porções são bem servidas e pensadas para compartilhar, tornando o espaço uma aposta certeira para famílias e grupos.

Leia também: Campo Grande: guia completo para sua viagem!

2. Churrascarias e parrillas

Localizada em uma das áreas pecuárias mais expressivas do planeta, Campo Grande tem uma relação muito forte com a carne bovina. Por isso, o churrasco e os cortes grelhados ocupam um lugar de destaque na rotina e nas tradições da cidade!

Para quem aprecia cortes bem preparados, macios e no ponto certo, vale conhecer os seguintes restaurantes:

Vermelho Grill

Referência na cidade quando o assunto são cortes especiais, o Vermelho Grill aposta no preparo em parrilla para garantir carnes macias, no ponto certo e com sabor levemente defumado. 

Entre os destaques estão o bife de tira e o ancho, geralmente servidos com a mandioca da casa. Por isso, o restaurante costuma ser escolhido para ocasiões que pedem uma experiência mais elaborada, como jantares comemorativos ou encontros especiais.

Churrascaria Nativas Grill

A Churrascaria Nativas Grill equilibra variedade e qualidade em um formato que atende a diferentes preferências. O buffet é completo, com cortes nobres servidos no ponto desejado, complementados por uma ilha de pratos frios que impressiona pela variedade, incluindo frutos-do-mar, queijos selecionados e até sushi.

Esse conjunto, aliado ao ambiente amplo e confortável, faz do restaurante uma escolha recorrente para almoços em família, especialmente aos fins de semana.

Costhelaria

Com foco em preparos que exigem tempo e técnica, a Costhelaria tem como principal destaque a costela. O corte é assado lentamente, unindo a tradição sulista aos sabores da culinária sul-mato-grossense. Inclusive, a versão preparada por 12 horas é uma das mais pedidas, geralmente servida com arroz e farofa. 

O ambiente acompanha a proposta do cardápio: mantém o clima acolhedor, mas com toda a estrutura e o conforto de um restaurante contemporâneo.

3. Culinária árabe e italiana

A presença de imigrantes teve papel decisivo na formação cultural de Campo Grande. As tradições trazidas por famílias libanesas e italianas se consolidaram e hoje fazem parte da identidade gastronômica local. Com tantas opções disponíveis, vale incluir no roteiro restaurantes que representam bem essas heranças, como:

Yallah!

Popular pela autenticidade, o restaurante Yallah! reúne receitas tradicionais da culinária árabe com apresentação contemporânea e cardápio bem estruturado. Entre os destaques estão o trio de pastas — homus, babaganuche e coalhada seca — e o arroz marroquino, que sintetizam a proposta da casa. 

Pelo ambiente acolhedor, é indicado para jantares românticos ou encontros com grupos de colegas.

Thomaz Lanches

Um dos endereços mais tradicionais de Campo Grande, o Thomaz Lanches construiu sua reputação com uma proposta simples e consistente ao longo das gerações. O espaço é discreto e sem excessos, mantendo o foco no que realmente importa: a esfiha de carne, principal destaque da casa. 

É uma escolha prática para um lanche rápido em um lugar que já integra a história da cidade.

Cantina Romana

Reconhecida pelas massas artesanais e pelo rodízio variado, servido em porções generosas, a Cantina Romana segue uma proposta que remete às tradicionais refeições italianas, marcadas pela diversidade à mesa. 

O espaço ainda conta com uma confeitaria própria, com pães e doces produzidos artesanalmente. Entre os destaques está o pão italiano da casa, com casca crocante e miolo macio — ideal para acompanhar antepastos e pratos do menu.

Leia também: O que fazer à noite em Campo Grande

4. Bares e chopperias

Para quem busca opções de bares em Campo Grande (MS), a cidade oferece alternativas para diferentes estilos e momentos. Há desde espaços com perfil mais tradicional e ambiente descontraído até “gastrobares” contemporâneos, muitos com música ao vivo que vai do sertanejo ao rock. A seguir, confira alguns destaques:

Bar Mercearia

Entre os bares mais frequentados da capital, o Bar Mercearia reúne diferentes gerações em um ambiente que valoriza a convivência e o clima típico de um happy hour

O cardápio por lá aposta em chope bem servido e porções generosas, ideais para compartilhar. Já as mesas distribuídas pela calçada e o deck aberto deixam o espaço do bar mais arejado e acessível, garantindo o clima de descontração ideal para os dias quentes da cidade. 

Chopperia Madalena

Indicada para quem procura um ambiente familiar, a Chopperia Madalena combina conforto e variedade. O cardápio reúne clássicos, como tábuas de frios, filé com fritas e pastéis crocantes, agradando a todos os paladares. 

Um dos grandes diferenciais é o Espaço Kids, que mantém as crianças entretidas enquanto pais e mães aproveitam a refeição com tranquilidade.

Hook Beers Park

O Hook Beers Park une o clima de um “gastrobar” a uma estrutura completa de lazer infantil e, não à toa, é um dos bares mais queridos em Campo Grande (MS). Seu menu é variado, indo de petiscos a pratos completos, destacando-se o hambúrguer de ponta de costela com crispy de couve, principal sucesso da casa. 

Além disso, vale mencionar que a Hook recebe regularmente bandas de rock, pop e sertanejo, criando a trilha sonora ideal para uma noite fora.

5. Alta culinária

Para quem procura uma experiência gastronômica mais sofisticada, os restaurantes em Campo Grande (MS) que combinam técnicas internacionais com ingredientes locais se mostram como os destinos ideais. Para uma noite elegante e memorável na capital do Mato Grosso do Sul, vale conhecer:

Território Ristorante

Reconhecido pelo ambiente sofisticado, o Território Ristorante se destaca em Campo Grande por oferecer uma experiência gastronômica cuidadosamente planejada. A casa integra rótulos selecionados a um cardápio contemporâneo e autoral, que vai de massas frescas a risotos elaborados e cortes de carne de alta qualidade. 

Com essa combinação, é a opção ideal para uma noite especial, seja em um encontro ou comemoração.

Les Amis Bistrô

Especializado em cozinha francesa refinada, o Les Amis Bistrô se destaca por proporcionar uma experiência mais intimista. O restaurante valoriza ingredientes selecionados e utiliza técnicas clássicas da gastronomia, fazendo com que cada prato seja uma composição, tanto no sabor quanto na apresentação. 

Já a ambientação da casa remete ao charme dos bistrôs de Paris, oferecendo uma experiência elegante e muito interessante.

Marruá Gourmet

O Marruá Gourmet se destaca por unir o conceito de “comida de verdade” à sofisticação e a um toque contemporâneo. Nesse contexto, a cozinha brilha ao trabalhar carnes nobres e peixes da região, incorporando ingredientes locais e valorizando os sabores típicos do Mato Grosso do Sul. 

Ele é uma ótima escolha para conhecer melhor a gastronomia sul-mato-grossense, sem abrir mão da excelência de um espaço de alto padrão.

Leia também: 8 pontos turísticos de Campo Grande (MS)

Confira as demais sugestões de viagem no blog HCC Hospitality!

Neste artigo, você conferiu as principais dicas de restaurantes, bistrôs, bares e churrascarias em Campo Grande, a capital do Mato Grosso do Sul.

Para seguir planejando suas próximas viagens, o blog da HCC Hospitality oferece uma variedade de conteúdos sobre diferentes destinos do Brasil, com sugestões de passeios, hospedagem e experiências — incluindo Bombinhas, Campos do Jordão, Curitiba, Florianópolis, Ilhabela, Porto Alegre, Salvador, São Paulo e muito mais!

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Leia também: Páscoa em Campo Grande (MS) — o que fazer no feriado

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Páscoa em Campo Grande com crianças: 7 ideias divertidas para o feriado!

O feriado de Páscoa é, para muitas famílias, um momento de se reunir e aproveitar uma pausa na rotina. Em Campo Grande, a data ganha um charme extra para quem viaja com crianças: a cidade oferece atividades ao ar livre, passeios em parques e atrações culturais para diferentes idades.

Neste artigo, você vai descobrir o que fazer em Campo Grande com crianças na Páscoa, com ideias de passeios e programas que vão desde opções de lazer ao ar livre até experiências culturais e temáticas. Acompanhe!

Vale a pena passar a Páscoa em Campo Grande com crianças?

Com certeza! Campo Grande é um destino que recebe muitas pessoas visitantes, unindo a conveniência de uma capital com a tranquilidade típica das cidades do interior. Entre os motivos que tornam a capital sul-mato-grossense ideal para viajar com crianças, estão:

  • Cidade tranquila: ruas largas e áreas abertas, que facilitam os deslocamentos e permitem passeios sem pressa.
  • Opções de lazer variadas: o lazer infantil na cidade vai além dos parquinhos. É possível aproveitar atividades ao ar livre, recreativas e espaços voltados para a diversão das crianças.
  • Viagens curtas facilitadas: a cidade proporciona fácil deslocamento, o que permite aproveitar a natureza, cultura e gastronomia em poucos dias, sem muito cansaço.

Leia também: Campo Grande: guia completo para sua viagem!

Feriado de Páscoa: o que fazer em Campo Grande com crianças​?

Se você está planejando passar o feriado de Páscoa na cidade, saiba que por lá, há atrações que agradam a crianças de todas as idades. Com muito contato com a natureza e espaço de sobra para brincar, confira os principais passeios e atividades para aproveitar o feriado em família:

1. Eventos temáticos e programação municipal

Anualmente, a Prefeitura de Campo Grande organiza um calendário de eventos temáticos para celebrar a Páscoa. A proposta é oferecer programação gratuita, voltada para toda a família, com atrações de lazer e serviços distribuídos em pontos estratégicos da cidade. Conheça abaixo, dois destaques desta programação.

Oficinas de ovos de Páscoa

Entre as atrações mais disputadas estão as oficinas de produção de ovos de chocolate, realizadas com apoio do Senai MS. As atividades são divididas por faixa etária, com turmas voltadas para crianças (geralmente de 8 a 12 anos) e também para jovens e adultos, a partir dos 16 anos.

Na prática, quem se inscreve vivencia o preparo do chocolate e a montagem dos ovos, passando pelas etapas básicas do processo. Para o público infantil, a oficina também apresenta, de forma simples e divertida, noções sobre produção de alimentos e cuidados essenciais de higiene na cozinha. E, claro, no final, é possível experimentar o que foi preparado.

Para conferir datas, vagas e como participar, vale acompanhar os canais oficiais do Senai MS, onde as informações costumam ser divulgadas.

Cidade da Páscoa – Campo Grande 

A Cidade da Páscoa é conhecida pela ambientação especial, com cenários lúdicos e atrações pensadas para passeios em família. Por isso, se a ideia é viver a parte mais animada da Páscoa em Campo Grande, vale incluí-la no roteiro para celebrar a data. No local, a criançada pode aproveitar:

  • Casa temática do Coelhinho da Páscoa: cenário imersivo que permite circular pelos ambientes decorados e tirar fotos com o mascote símbolo da celebração.
  • Pintura facial temática: atividade clássica do evento, conduzida por equipes recreativas em áreas específicas do espaço, com foco especial nas crianças.
  • Parada de Páscoa: cortejo festivo com figurinos temáticos, personagens alusivos à data e trilha musical especial. Normalmente acontece no período da noite.
  • Apresentações culturais: o evento conta com um espaço de shows que recebe apresentações infantis e musicais, com agenda distribuída ao longo de todo o período do evento.

Para acompanhar datas, locais e horários de funcionamento da Cidade da Páscoa, a recomendação é consultar o site oficial da Prefeitura de Campo Grande, onde a programação costuma ser divulgada e atualizada.

2. Diversão nos shoppings

Para quem prefere um passeio de Páscoa mais prático e confortável, a capital sul-mato-grossense também oferece boas alternativas. Isso porque, em diferentes shoppings da cidade, é comum a organização de programações especiais para a data. 

Entre atividades temáticas, brincadeiras e experiências interativas, algumas sugestões para aproveitar são:

Caça aos ovos e circuitos kids

A tradicional brincadeira de encontrar chocolates na caça aos ovos costuma gerar grande procura nos principais shoppings da cidade, como Shopping Campo Grande, Bosque dos Ipês e Norte Sul Plaza.

Geralmente, as crianças recebem um mapa ilustrado ou seguem pistas pelo aplicativo do shopping, percorrendo as lojas participantes em busca dos doces de Páscoa.

Atenção: apesar de normalmente ser uma atividade gratuita, costuma ser necessário fazer inscrição antecipada pelos aplicativos oficiais de cada shopping. Como as vagas são organizadas por turmas, é comum que se esgotem alguns dias antes do feriado.

Encontro com o Coelhinho da Páscoa

Outro momento que costuma entreter o público infantil são os encontros com personagens, principalmente com o Coelhinho da Páscoa. É comum que os shoppings da capital sul-mato-grossense preparem um espaço especial para as famílias fazerem registros fotográficos com o personagem, criando uma lembrança divertida e temática da data.

Vale lembrar que cada shopping costuma divulgar a programação geral poucos dias antes do período comemorativo. Por isso, antes de se programar para a visita, cheque os canais oficiais e confira todas as informações!

Shows de Páscoa

As atrações criadas especialmente para o feriado de Páscoa costumam atrair grande público e frequentemente se destacam na agenda de eventos infantis. 

Com formatos que vão de encenações musicais a produções cênicas com participação da plateia, esses shows combinam músicas, performance e recursos visuais para entreter quem assiste — como já foi visto em ações promovidas no Pátio Shopping, por exemplo.

Em edições anteriores, a programação incluiu cenários temáticos onde as famílias puderam tirar fotos com os personagens e guardar uma boa recordação do momento.

Leia também: 8 pontos turísticos de Campo Grande (MS)

3. Contato com a natureza e ao ar livre

Por fim, passar a Páscoa em Campo Grande combinando momentos ao ar livre com o clima do feriado não só é uma ótima pedida, como também pode render passeios tranquilos em família. 

A cidade é conhecida pelas áreas arborizadas e pela quantidade de espaços verdes disponíveis, por isso, um passeio nesses ambientes costuma ser agradável. Mas para onde ir? Confira duas opções que costumam agradar quem busca lazer em meio à natureza:

Parque das Nações Indígenas

O Parque das Nações Indígenas, em Campo Grande​, é reconhecido como um dos principais parques urbanos do mundo — e também pode ser uma ótima escolha para um domingo de Páscoa em família!

Com grandes áreas de gramado e caminhos pavimentados, o espaço permite diferentes tipos de passeios. É possível organizar um piquenique temático para a data, aproveitar o ambiente para pedalar, andar de patins ou skate e ainda curtir momentos de observação da fauna local. Entre os animais que costumam aparecer, estão as capivaras e as araras-canindé, que frequentemente sobrevoam a região.

Dica útil: como o espaço é bastante extenso e com áreas abertas, vale se preparar para o clima, usando proteção contra o sol e insetos. Também é importante levar água, especialmente para quem está com crianças.

Bioparque Pantanal

Já o Bioparque Pantanal, em Campo Grande​, é reconhecido internacionalmente pelo tamanho e pela biodiversidade de água doce. A visita garante um contato próximo com a natureza e diverte públicos de todas as idades, combinando perfeitamente com a semana de Páscoa em família.

O circuito percorre tanques que recriam fielmente os ecossistemas do Pantanal e de outros cinco continentes. Para as crianças, o ponto alto é o túnel subaquático, que oferece a experiência imersiva de ver os peixes nadando sobre suas cabeças.

Atenção: para visitar o local, é obrigatório fazer o agendamento pelo site oficial do Bioparque. Em datas concorridas como a Páscoa, as vagas costumam se esgotar rapidamente, por isso, garanta seu horário com antecedência!

Conte com o blog da HCC Hospitality para planejar sua viagem para Campo Grande!

Se você quer organizar seu roteiro com mais facilidade e descobrir o que realmente vale a pena fazer na capital sul-mato-grossense, buscar conteúdos confiáveis e atualizados pode ajudar muito. Por isso, confira os artigos sobre Campo Grande já disponíveis no blog da HCC Hospitality!

Nele, você confere sugestões de passeios, dicas gastronômicas, informações sobre eventos sociais e conteúdos pensados para quem visita à cidade a lazer ou a trabalho. Além disso, o blog também reúne guias sobre outros destinos brasileiros, incluindo Salvador (BA), São Paulo (SP) e Curitiba (PR).

Acesse o blog da HCC Hospitality e planeje sua próxima viagem com praticidade!

Leia também: O que fazer à noite em Campo Grande

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O que fazer à noite em Campo Grande

A vida noturna em Campo Grande reúne experiências para diferentes perfis e estilos de lazer. A cidade oferece desde bares e cervejarias artesanais até baladas com música eletrônica e cafés que funcionam até mais tarde. 

Assim, é possível encontrar o programa ideal, seja para um jantar tranquilo ou para uma noite mais animada em boa companhia.

Neste artigo, você conhecerá os principais locais e programas para aproveitar a noite na capital sul-mato-grossense, com opções para todos os estilos e momentos. Acompanhe!

Melhores cervejarias e bares em Campo Grande (MS)

Em Campo Grande, bares e cervejarias oferecem mais do que bebidas e petiscos: eles mostram como a cidade curte a noite e também fazem parte do turismo gastronômico local

Por isso, quem quer conhecer mais da cultura da região por meio dos sabores pode explorar os principais estabelecimentos, seja pela atração culinária ou pelas atrações com música ao vivo. Entre eles estão:

  • Vitorino’s Bar: conhecido pela tradição, o Vitorino’s conquista pelo acolhimento do dono e pelo clima familiar. Destaca-se pela cerveja sempre gelada e pelo cardápio aos sábados com a clássica feijoada que atraem clientes fiéis há anos.
    • Endereço: R. Jorn. Belizário Lima, 40 – Vila Glória, Campo Grande.
  • Capivas Cervejaria: com produção local e clima de boteco, o local se destaca pelo charme do ambiente aberto. Além das cervejas premiadas, o destaque vai para as “CapiBolinhas”, bolinhos de carne crocantes e bem recheados. É um ponto de encontro animado e muito concorrido.
    • Endereço: R. Pedro Celestino, 1079 – Centro, Campo Grande.
  • Blues Bar: é referência para quem gosta de rock e blues na cidade. O espaço combina apresentações de bandas com um ambiente boêmio, oferecendo cardápio de petiscos, hambúrgueres e drinks temáticos para aproveitar quem gosta de aproveitar os shows.
    • Endereço: R. 15 de Novembro, 1186 – Centro, Campo Grande.
  • Petiscaria e Choperia Imperial: clássica em Campo Grande, a Imperial se destaca pelo clima descontraído, ótimo para happy hours. O cardápio inclui espetinhos, porções variadas e petiscos de chapa. Além disso, as transmissões de jogos de futebol são um grande sucesso no local.
    • Endereço: Av. Tamandaré, 263 – Vila Planalto, Campo Grande.

Dica: se você ficou em dúvida sobre qual bar escolher, sugerimos que comece visitando a Avenida Afonso Pena e a Rua 14 de Julho, pois elas reúnem boa parte da vida noturna da cidade. Passear por ali em uma sexta-feira à noite é uma ótima maneira de decidir onde entrar e aproveitar a noite.

Principais casa noturnas e baladas de Campo Grande (MS)

Para quem gosta de música, diversão e socialização, a noite em Campo Grande reserva boas opções. Entre baladas e casas de festa, é possível encontrar o lugar ideal para aproveitar uma “noitada”. A seguir, algumas das principais alternativas:

  • NON STOP Club: referência no segmento LGBTQIA+ em Campo Grande, oferece programação musical variada, do Pop e Funk aos ritmos brasileiros. Com pista de dança bem equipada e shows regulares, é um espaço inclusivo e movimentado na vida noturna de Campo Grande.
    • Endereço: R. Pimenta Bueno, 127 – Amambai, Campo Grande.
  • Valley CG: é uma das baladas sertanejas mais conhecidas da capital sul-mato-grossense. Com decoração temática e ambiente moderno, uma noite na Valley CG garante música animada, pista cheia e drinks variados.
    • Endereço: Av. Afonso Pena, 4150 – Centro, Campo Grande.
  • UNICA Club: localizada na região central da capital, a casa aposta em entretenimento noturno animado, com produções visuais modernas. Com foco em Funk e Pop, costuma atrair quem busca festas temáticas e apresentações de DJs locais.
    • Endereço: Av. Afonso Pena, 4240 – Jardim dos Estados, Campo Grande.

Dica: a noite nas baladas de Campo Grande ganha ritmo mais tarde. Enquanto os bares ficam cheios por volta das 20h, as pistas de dança só começam a animar depois da meia-noite.

Leia também: 8 pontos turísticos de Campo Grande (MS)

Experiências noturnas além de bares e baladas

Sem se restringir apenas a bares e baladas, Campo Grande também reúne experiências que combinam gastronomia, cultura e entretenimento. Explorar essas alternativas é uma boa escolha para quem quer variar a programação dos passeios noturnos na cidade. Confira algumas opções a seguir:

  • Café du Centre: com proposta inspirada no estilo dos cafés parisienses, é conhecido pela atenção aos detalhes e pela apresentação dos pratos. Entre os destaques do menu estão as sobremesas artesanais, tortas finas e, claro, os cafés especiais. O ambiente combina com encontros tranquilos ou momentos de pausa para conversas no fim da tarde e começo da noite.
    • Endereço: R. Euclides da Cunha, 464 – Jardim dos Estados, Campo Grande.
  • Teatro Glauce Rocha e Palácio Popular da Cultura: quem busca por programação cultural encontra boas opções nesses dois espaços tradicionais de Campo Grande. 

O Palácio Popular da Cultura se destaca pelo porte e pela agenda de grandes apresentações, enquanto o Teatro Glauce Rocha, vinculado à UFMS, recebe diferentes projetos artísticos ao longo do ano. Entre shows, peças e eventos de humor, a programação agrada a públicos variados.

  • Endereço do Teatro Glauce Rocha: R. UFMS, s/n – Bairro Universitário, Campo Grande. 
  • Endereço do Palácio Popular da Cultura: Av. Waldir dos Santos Pereira, s/n – Parque dos Poderes, Campo Grande. 
  • Som da Concha: projeto que leva música gratuita para a Concha Acústica Helena Meirelles, reunindo artistas locais em apresentações ao ar livre. Geralmente realizado no fim da tarde, o Som da Concha cria um ambiente leve para curtir diferentes estilos musicais (do rock ao sertanejo raiz) e aproveitar o começo da noite com uma programação cultural acessível.

Dica: para shows no Palácio Popular da Cultura ou no Teatro Glauce Rocha, vale comprar ingressos com bastante antecedência, já que as apresentações por lá costumam esgotar rápido.

Saiba como planejar a sua noite em Campo Grande 

Se organizar antes de sair pode fazer toda a diferença na sua noite. Campo Grande é uma cidade acolhedora, mas, como toda capital, pede um pouco de planejamento. Confira algumas dicas importantes:

  • Aplicativos de transporte: aplicativos como Uber e 99 costumam funcionar bem, inclusive de madrugada. Em regiões com mais movimento, como a Av. Afonso Pena e a Rua Bom Pastor, costuma ser fácil conseguir corridas.
  • Segurança pessoal: áreas centrais e bairros como Jardim dos Estados e Chácara Cachoeira costumam ser movimentados, mas vale evitar ruas vazias ou com pouca iluminação à noite. Sempre que possível, desça próximo à entrada do estabelecimento que deseja ir, principalmente se estiver só.
  • Estacionamento: se for dirigir (e não consumir bebida alcoólica), muitos bares têm manobristas ou parcerias com estacionamentos. Se parar na rua e estiver de carro, evite deixar objetos de valor visíveis.

Leia também: Campo Grande: guia completo para sua viagem!

Planeje sua viagem para Campo Grande com a HCC Hospitality

Para montar um bom roteiro para conhecer a capital sul-mato-grossense, nada melhor do que contar com informações confiáveis, atualizadas e pensadas para quem realmente quer aproveitar o destino, certo? Por isso, vale a pena conferir os conteúdos sobre Campo Grande disponíveis no blog da HCC Hospitality!

Por aqui, você encontra dicas sobre viagem, gastronomia, eventos sociais e corporativos na capital, além de diversos artigos sobre outros destinos nacionais, incluindo Curitiba (PR), São Paulo (SP) e Florianópolis (SC).

Acesse o blog da HCC Hospitality e confira novas ideias para planejar sua próxima viagem com mais praticidade!

Leia também: Como planejar suas viagens de férias com antecedência

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O que fazer em Salvador em 4 dias: roteiro completo!

Salvador, a capital da Bahia, reúne história, cultura e litoral em um mesmo destino. A cidade tem papel central na formação histórica e cultural do Brasil, o que se reflete na quantidade e na diversidade de atrações espalhadas por diferentes regiões. 

Ainda assim, mesmo para quem tem poucos dias disponíveis, é possível conhecer seus principais pontos com um roteiro bem estruturado.

Neste artigo, apresentamos um roteiro turístico em Salvador​ para curtir 4 dias na cidade, com atrações e atividades organizadas por dia, sugestões de passeios e dicas para facilitar os deslocamentos e o aproveitamento do tempo. Vamos lá?

Dia 1: Pelourinho e arredores históricos

Uma viagem para Salvador não pode deixar de fora um dia no Centro Histórico, onde estão alguns dos principais marcos da formação do Brasil. Assim, o 1º dia do roteiro se concentra no Pelourinho, com visitas a museus, pontos religiosos e paradas para conhecer pratos tradicionais da culinária baiana.

Manhã

  • Largo do Pelourinho: comece o dia pelo Largo do Pelourinho, ponto central do Centro Histórico e base para explorar a região. A partir dali, é possível acessar a pé igrejas, museus e outros edifícios históricos do entorno, incluindo a Igreja de Nossa Senhora do Rosário dos Pretos e a Fundação Casa de Jorge Amado, conhecida por sua fachada azul. Reserve um tempo para circular pelas ladeiras próximas, observar os detalhes das construções e aproveitar o percurso para registrar imagens do bairro e se ambientar com o ritmo do local.
  • Igreja de São Francisco (“Igreja de Ouro”): na sequência, siga para a Igreja de São Francisco, um dos templos mais conhecidos do Centro Histórico de Salvador. O destaque por lá está no interior, repleto de detalhes e revestimentos dourados. Reserve um tempo para caminhar pelo pátio central e observar os painéis de azulejos portugueses, produzidos artesanalmente e compostos por cenas que retratam a trajetória de São Francisco.

Tarde

  • Elevador Lacerda: na parte da tarde, o roteiro segue para o Elevador Lacerda, que faz a ligação entre a Cidade Alta e a Cidade Baixa. O trajeto dura cerca de 30 segundos e termina na área superior, com vista para a Baía de Todos-os-Santos, o Forte de São Marcelo e o entorno do Mercado Modelo.
  • Mercado Modelo: logo ao lado do Elevador Lacerda fica o Mercado Modelo, que funciona em um edifício histórico na Praça Visconde de Cayrú. Hoje, o espaço reúne mais de 200 lojas voltadas ao artesanato e a produtos típicos da Bahia, além de instrumentos musicais, peças decorativas, acessórios e artigos feitos à mão.
  • Praia do Porto da Barra: para encerrar a tarde, siga para a praia do Porto da Barra, localizado a pouco mais de 4 km do Mercado Modelo. A região conta com estrutura voltada para visitantes, oferecendo barracas de praia que servem petiscos e bebidas, além de um mar calmo e cristalino que é considerado um dos melhores da cidade para banho.

Noite

Para finalizar o dia, a sugestão é jantar no Santo Antônio Além do Carmo, bairro vizinho ao Pelourinho. A região concentra diversas opções de restaurantes e bistrôs, alguns com vista para a Baía de Todos-os-Santos, sendo uma opção prática e agradável para a noite.

Leia também: O que fazer à noite em Salvador? Conheça lugares para visitar

Dia 2: Igreja do Bonfim e praias urbanas

O 2º dia do roteiro é dedicado à Cidade Baixa e à orla de Salvador, reunindo diferentes paisagens e momentos da cidade em um mesmo trajeto. Entre espaços de devoção popular, áreas ligadas à história militar e trechos de mar aberto, o dia termina nas praias da Barra, conhecidas pela água clara e pela vista da Baía de Todos-os-Santos.

Manhã

  • Colina Sagrada e Igreja do Bonfim: comece o dia na Colina Sagrada, onde está a Igreja do Bonfim. O espaço é marcado pela presença da fé popular e pela convivência de diferentes tradições, aspectos que ajudam a entender a importância do local na cultura da cidade. Por lá, os destaques são a arquitetura externa e o gradil com fitas coloridas, símbolos bastante associados ao templo, além do ambiente onde são deixados objetos em agradecimento.
  • Ponta de Humaitá e Forte de Monte Serrat: em seguida, o roteiro segue para a Ponta de Humaitá, uma área mais tranquila da Cidade Baixa. É ali que fica o Forte de Monte Serrat, construído como parte do sistema de defesa da baía e fundamental para a proteção da cidade no período colonial. Nos arredores, estão o farol e o mosteiro, além de um mirante com vista para o mar e para o skyline da cidade, ideal para uma pausa no passeio.

Tarde

  • Farol da Barra e Museu Náutico: depois do almoço, o roteiro segue até o Forte de Santo Antônio da Barra, localizado no encontro da Baía de Todos-os-Santos com o oceano. Além de ser um dos pontos mais emblemáticos de Salvador, o farol abriga o Museu Náutico, que apresenta mapas antigos, instrumentos de navegação e peças resgatadas de naufrágios históricos da região.
  • Praia do Farol da Barra: para encerrar o dia, siga até a Praia do Farol da Barra. Por lá, o mar costuma ser calmo e, com a maré baixa, surgem áreas rasas entre as pedras, ideais para banho. Vale dizer que o fim da tarde é um bom momento para aproveitar com mais tranquilidade e curtir a paisagem ao pôr do sol.

Noite

Depois da tarde de praia, a dica é ficar na Barra para acompanhar o pôr do sol no Farol, um costume que marca o fim do dia na região. À noite, o roteiro se divide entre os bares da orla, com vista para o mar, ou uma ida ao Rio Vermelho, um dos principais lugares para conhecer em Salvador quando o assunto é vida noturna.

Leia também: O que fazer em Salvador — dicas de roteiro para a sua viagem

Dia 3: arte, museus e o Rio Vermelho

No 3º dia, o foco sai da história colonial e se volta para a arte moderna e a cena cultural de Salvador. Por isso, o roteiro combina visitas a espaços artísticos com o clima descontraído de um dos bairros mais conhecidos da cidade — o Rio Vermelho.

Manhã

  • Museu de Arte Moderna (MAM): para começar o terceiro dia, a primeira parada é o Museu de Arte Moderna, instalado no Solar do Unhão, às margens da Baía de Todos-os-Santos. As exposições por lá reúnem obras de artistas brasileiros e internacionais, com foco na arte moderna e contemporânea, além de mostras temporárias. A visita ao MAM se estende ao Parque das Esculturas, um espaço ao ar livre que convida a caminhar e observar a baía.

Tarde

  • Bairro Rio Vermelho: na sequência do roteiro, a tarde segue pelo Rio Vermelho, um dos bairros mais tradicionais de Salvador. Durante o dia, a região tem um ritmo mais tranquilo, ideal para caminhar sem pressa, observar os grafites, conhecer pequenas galerias e fazer uma pausa em cafés.
  • Casa do Rio Vermelho: ainda no bairro, a antiga residência de Jorge Amado e Zélia Gattai funciona hoje como um museu dedicado à vida e à obra do casal. A visita passa pelos jardins e pelos ambientes da casa, com exposições e recursos audiovisuais que ajudam a entender a trajetória dos escritores.

Noite

À noite, o Rio Vermelho ganha outro ritmo e concentra parte da vida noturna de Salvador. A Vila Caramuru, antigo Mercado do Rio Vermelho, reúne quiosques e música ao vivo, enquanto os arredores da Praça da Dinha oferecem restaurantes tradicionais, ideais para jantar e observar o movimento da região.

Leia também: Feirinhas em Salvador — confira as principais opções para conhecer

Dia 4: Itapuã, lagoas e praias do norte

No último dia do roteiro, a ideia é dedicar o tempo a Itapuã. O percurso segue em direção ao norte da cidade, longe do centro, em uma região marcada por praias de areia clara, coqueirais extensos e um ritmo mais tranquilo.

Manhã

  • Farol de Itapuã: erguido em 1873 sobre a ponta da Pedra de Itapuã e situado em uma área rochosa à beira-mar, o Farol de Itapuã é um dos principais pontos de referência do bairro. A estrutura listrada em branco e vermelho se destaca na paisagem e pode ser acessada por uma passarela de concreto. O local é bastante procurado para fotos, especialmente quando o mar está mais agitado.
  • Praia de Itapuã: ao lado do farol, a Praia de Itapuã oferece um trecho de mar mais calmo em determinados períodos do dia. Com a maré baixa, formam-se áreas protegidas pelos recifes, adequadas para banho. Já a faixa de areia e os coqueirais tornam o espaço agradável para caminhar e aproveitar a manhã com tranquilidade.

Tarde

  • Lagoa do Abaeté: situada em uma área de preservação ambiental, a Lagoa do Abaeté chama atenção pelo contraste entre as águas escuras e as dunas branquinhas. O espaço conta com trilhas e passarelas que facilitam o passeio pelo entorno e ajudam a apreciar a paisagem, muito ligada à cultura e à música baiana, especialmente à obra de Dorival Caymmi.
  • Praia do Flamengo e Stella Maris: mais ao norte da cidade, essas praias são populares entre as pessoas locais. Com trechos amplos de areia e coqueirais, oferecem barracas à beira-mar e beach clubs, ideais para fazer uma pausa, almoçar ou simplesmente aproveitar o dia com tranquilidade.

Noite

Para a última noite em Salvador, uma opção é jantar no Corredor da Vitória, região conhecida por restaurantes mais sofisticados e panoramas voltados para o mar. 

Outra alternativa, caso a despedida aconteça em uma terça-feira, é retornar ao Pelourinho para acompanhar a Terça da Benção, quando apresentações do bloco afro Olodum acontecem pelas ladeiras do Centro Histórico.

Leia também: Arquitetura em Salvador — Um roteiro arquitetônico pela história da cidade

Roteiro em Salvador: 4 dias na capital baiana com a HCC Hospitality!

Agora que você já sabe o que conhecer em Salvador em um roteiro de 4 dias, que tal aproveitar sua estada com o máximo de conforto? Para isso, escolher uma boa hospedagem faz toda a diferença. Conheças as opções da HCC Hospitality na capital baiana:

  • O Best Western Salvador Hangar Aeroporto, localizado a cerca de 21 minutos do Centro Histórico, é ideal para quem busca conforto com excelente custo-benefício. Os quartos contam com TV, Wi-Fi rápido e ar-condicionado, garantindo uma estada prática e tranquila para explorar a cidade com segurança.
  • Já o Wyndham Salvador Hangar Aeroporto é uma opção para quem prefere um ambiente mais contemporâneo, com estrutura completa e serviços pensados para uma experiência diferenciada. A localização facilita o acesso tanto às praias do litoral norte, como Itapuã e Flamengo, quanto a pontos turísticos como o Pelourinho, a aproximadamente 28 minutos de carro.

Escolha a opção que mais combina com o seu estilo de viagem e reserve sua estada diretamente pelo site da HCC Hospitality!

Leia também: Melhores praias de Salvador para você visitar na sua viagem

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